Dizem que só Pelé foi capaz de parar guerras no Congo Belga e na Nigéria. Depois que o Santos se foi, as guerras civis voltaram nesses países. Em São Paulo, só um homem foi capaz de parar uma guerra. Luiz Felipe Scolari conseguiu calar a "Turma do Amendoim". Campeão de praticamente tudo com o Palmeiras, apenas Felipão é unanimidade no Palestra Itália. Num clube rachado por corneteiros, só ele conseguiu unir todo mundo. Felipão saiu e a guerra voltou.
Jogadores do elenco atual estão incomodados porque vêm sendo ameaçados constantemente pela torcida. As ameaças e agressões são constantes no Palmeiras. Em 2009, Vágner Love foi agredido por membros de uma organizada em uma agência bancária. Depois disso, o atacante não quis mais continuar no clube e forçou sua transferência para o Flamengo. No ano seguinte, Diego Souza foi vaiado, praticamente chutado para fora do Verdão.
Em 2011, nova polêmica. João Vítor discutiu com torcedores palmeirenses e foi agredido. Neste ano, o volante sofreu novas ameaças e pediu para ser afastado do elenco.
Como se não bastasse terem que se preocupar em melhorar o rendimento dentro de campo, os jogadores alviverdes agora também voltam seus pensamentos para as ameaças que têm recebido por parte da torcida. Sobrou até mesmo para o diretor de futebol, César Sampaio.
"Já recebi ameaças, não físicas, mas pelos resultados do time. Disseram para eu ficar esperto se as coisas não acontecessem. Mas isso é inerente ao meu cargo, sabia da exposição que teria. E sabia também que o César Sampaio jogador, que ganhou títulos aqui, é bem diferente do dirigente. Sempre serei ídolo, mas quero ser cobrado pelo meu trabalho atual, estou preparado para isso", afirmou o dirigente.
E não foi só Sampaio que foi ameaçado. No início da semana, os muros da sede social do clube apareceram pichados com duras palavras para o presidente Arnaldo Tirone: "Tirone vo mata você (sic)". E só quem tem a perder com tudo isso é o próprio Palmeiras.
"A vida de ninguém tem que mudar. Seria muito complicado viver com medo, andar de carro blindado, com seguranças. A verdade é que é algo muito complicado. Eu, para viver assim, vou embora", afirmou o atacante Barcos, dando um ultimato às ameaças da torcida palmeirense.
Jogadores do elenco atual estão incomodados porque vêm sendo ameaçados constantemente pela torcida. As ameaças e agressões são constantes no Palmeiras. Em 2009, Vágner Love foi agredido por membros de uma organizada em uma agência bancária. Depois disso, o atacante não quis mais continuar no clube e forçou sua transferência para o Flamengo. No ano seguinte, Diego Souza foi vaiado, praticamente chutado para fora do Verdão.
Em 2011, nova polêmica. João Vítor discutiu com torcedores palmeirenses e foi agredido. Neste ano, o volante sofreu novas ameaças e pediu para ser afastado do elenco.
Como se não bastasse terem que se preocupar em melhorar o rendimento dentro de campo, os jogadores alviverdes agora também voltam seus pensamentos para as ameaças que têm recebido por parte da torcida. Sobrou até mesmo para o diretor de futebol, César Sampaio.
"Já recebi ameaças, não físicas, mas pelos resultados do time. Disseram para eu ficar esperto se as coisas não acontecessem. Mas isso é inerente ao meu cargo, sabia da exposição que teria. E sabia também que o César Sampaio jogador, que ganhou títulos aqui, é bem diferente do dirigente. Sempre serei ídolo, mas quero ser cobrado pelo meu trabalho atual, estou preparado para isso", afirmou o dirigente.
E não foi só Sampaio que foi ameaçado. No início da semana, os muros da sede social do clube apareceram pichados com duras palavras para o presidente Arnaldo Tirone: "Tirone vo mata você (sic)". E só quem tem a perder com tudo isso é o próprio Palmeiras.
"A vida de ninguém tem que mudar. Seria muito complicado viver com medo, andar de carro blindado, com seguranças. A verdade é que é algo muito complicado. Eu, para viver assim, vou embora", afirmou o atacante Barcos, dando um ultimato às ameaças da torcida palmeirense.


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